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Escritório de advocacia do marido de Kamala fecha acordo com Trump
Escritório de advocacia do marido de Kamala fecha acordo com Trump / foto: WIN MCNAMEE - GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP

Escritório de advocacia do marido de Kamala fecha acordo com Trump

O escritório de advocacia onde trabalha o marido da ex-vice-presidente dos Estados Unidos Kamala Harris fechou um acordo que lhe permite evitar sanções do governo, anunciou nesta terça-feira o presidente Donald Trump.

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O Willkie Farr & Gallagher emprega não apenas Doug Emhoff, marido de Kamala, mas também dois membros da investigação parlamentar sobre a invasão ao Capitólio por apoiadores de Trump em 6 de janeiro de 2021.

Trump assinou decretos contra cinco escritórios de advocacia para retirar de seus advogados as autorizações de segurança que lhes permitem acessar informações protegidas e restringir o seu acesso a prédios e funcionários. O Willkie Farr & Gallagher era um dos próximos da lista, segundo a imprensa local.

O acordo prevê que o escritório forneça serviços jurídicos no valor de US$ 100 milhões a causas como assistência a veteranos, combate ao antissemitismo e outras que representem "ideais conservadores", anunciou Trump na rede Truth Social.

O escritório Skaddenn fechou um acordo semelhante na semana passada. Entre os escritórios afetados pelos decretos estão Perkins Coie, WilmerHale e Jenner & Block. Os três contestaram as ordens executivas nos tribunais.

Outro escritório, o Paul Weiss, conseguiu retirar o decreto presidencial após fechar um acordo com o governo considerado uma "capitulação" por boa parte dos advogados. Em troca, o escritório reconheceu "os atos repreensíveis" de um dos seus antigos sócios, Mark Pomerantz, e concordou em fornecer serviços jurídicos no valor de US$ 40 milhões para "apoiar as iniciativas do governo", particularmente em favor dos veteranos, e para "combater o antissemitismo", segundo Trump.

No mês passado, o presidente americano também deu instruções para sancionar os advogados ou escritórios que abrirem litígios "não razoáveis" contra o governo federal, especialmente envolvendo questões de imigração.

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